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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

A Arte da Guerra (de Sun Tzu) x A Arte da Guerra (de Maquiavel)

 


 

Olá! Neste texto veremos as principais diferenças entre os dois livros chamados de “A Arte da Guerra” e que possuem autores diferentes.

 

 

Comparação

Eu li recentemente ambos os livros e as principais diferenças são:

1.   O livro de Sun Tzu é voltado para a formação de um general, enquanto que o livro de Maquiavel é voltado para a formação de um exército institucional (e de caráter nacional).

2.   As instruções que Sun Tzu dá funcionam como “regra geral” enquanto que no livro de Maquiavel, o personagem Fabrizio Colonna oferece “regras detalhadas” à respeito de diversos assuntos.

3.   A obra de Sun Tzu foca bastante nos cálculos e na preparação do general antes das batalhas e a obra de Maquiavel foca nas formações e na preparação da tropa.

 

Essas são as principais diferenças entre uma obra e a outra. Ambas são muito boas e oferecem aos leitores dicas valiosas quanto à arte da guerra! Existem uma série de pequenas diferenças existentes entre ambas as obras, porém eu me limito a descrever as principais, deixando para os leitores esses pormenores!

 

Fiquem com Deus e até a próxima!

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Análise do Livro: A Arte da Guerra, de Maquiavel




Nicolau Maquiavel é famoso pelo seu livro “O Príncipe” e muitos por conta disso desconhecem essa obra interessante: “A Arte da Guerra”!

Muitos conhecem a arte da guerra, escrito por Sun Tzu, porém não conhecem o exemplar homônimo escrito por Maquiavel.





O Livro em Si

O livro foi escrito entre 1519 e 1520 e está em diálogo socrático, isto é, um personagem fala e o outro responde, sendo que na conversa existe sinceridade e a busca pela verdade dos temas abordados. Os personagens são: Fabrizio Colonna, um condottieri (capitão de exército) muito famoso na época; Cosimo Rucellai, um patrício florentino que abrigou Fabrizio e inicia os diálogos; Zanobi Buondelmonti; Batista dela Palla; Luigi Alamanni; todos eram jovens na época em que o texto está ambientado e eram amigos de Nicolau Maquiavel, que dedica o livro a Lorenzo Strozzi, filho de Filippo Strozzi, amigo e protetor de Maquiavel, Lorenzo foi o responsável por fazer a ligação dele com a Casa dos Médicis.

O livro em si está dividido em sete partes, que são nomeados de “Livro”. Cada “livro” aborda um aspecto.



·        Livro I: foco na ordenança, isto é, a necessidade de se criar um exército permanente/regular e não depender de mercenários.

·        Livro II: foco na Legião Romana e comparação com as infantarias suíças e aragonesa-castelhana. Fala-se também como organizar uma companhia durante as marchas para o combate.

·        Livro III: foco nas formações táticas do exército e como motivar os soldados.

·        Livro IV: foco na motivação dos soldados e como motivá-los a combater pela pátria ou pelo líder.

·        Livro V: discorre-se sobre a marcha do exército.

·        Livro VI: discorre-se sobre o acampamento.

·        Livro VII: dá-se atenção as cidadelas e fortalezas.



Resumidamente este é o conteúdo do livro.





Conclusão

O livro é uma boa pedida para quem deseja conhecer mais dos detalhes táticos e operacionais dos exércitos medievais, pois o livro foi escrito em uma época em que os canhões e armas de fogo eram muito poucos em relação a quantidade que nos séculos posteriores se verificariam (muitas armas utilizadas nos exércitos do Ocidente na época eram vindos direto da Idade Média). Além disso, ser conhecedor desse livro fará você um melhor entendido sobre as forças armadas como um todo!

Eu recomendo a leitura desse livro.




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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Análise do Livro: Tonfá




Olá! Neste artigo eu irei analisar o livro “Tonfá” de autoria de J.R.R Abrahão e Ricardo Nakayama e junto com as análises dos livros “Filosofia do Combate” e “Defesa com Facas”, finalizar o parecer desses tesouros literários das artes marciais!

Capa do livro "Tonfá".






O Livro

“Tonfá” foi escrito e publicado no início do século XXI, assim como os outros dois livros já citados. Ele está disponível em formato *.pdf e é gratuito.

O livro em si trata das técnicas usando a tonfá, mas não apenas isso: os textos dão subsídios para que agentes da lei saibam como, quando e de que maneira se deve utilizar a ferramenta. A parte tática da arma e também de como se deve abordar um suspeito é levantada no livro!





Tipo de Público

Recomendado para todo aquele que trabalha com segurança, seja privado, patrimonial ou mesmo como policial, mas nada impede que cidadãos comuns o leia e tire proveito do mesmo, afinal como já dito, o livro aborda também táticas muito úteis em diversas situações e cenários!





Conclusão

Recomendo esse livro, assim como os outros dois! Juntos eles formam um tesouro inestimável na formação de um “guerreiro brasileiro do século XXI”!




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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Análise do Livro: Defesa com Facas



Olá! Neste texto irei analisar o livro “Defesa com Facas”, escrito por J.R.R Abrahão (que escreveu o livro “Filosofia do Combate”, que eu já analisei aqui), Ricardo Nakayama e Pedro Cavalcanti. Este foi o primeiro material escrito em língua portuguesa no Brasil (publicado entre 2002 e 2003) a falar do tema e é referência no estudo da luta e defesa envolvendo facas: ele é gratuito e pode ser baixado na internet.





O Livro

O material é bem didático com linguagem simples, objetiva e direta, tendo fotos e ilustrações que demonstram as técnicas e complementam o texto, o que facilita e aumenta o aprendizado!

O livro se preocupa em não apenas ensinar técnicas de luta e defesa com facas, mas também fornece subsídios morais e intelectuais para que pessoas comuns e praticantes de artes marciais possam portar facas sem problemas de consciência: a parte legal envolvendo o porte de faca também foi apresentada no livro.





Conclusão

O livro é obrigatório para quem deseja aprender sobre luta e defesa com facas e mesmo os que como eu já são introduzidos na Defesa com Facas, existe muito o que se aproveitar das técnicas e reflexões que o livro oferece: eu levei cerca de quatro anos para aprender a lutar com facas de maneira auto-didata com o auxílio de artigos e vídeos; com o livro Defesa com Facas em apenas três meses de leitura e prática eu aprendi de novo o que eu já sabia e descobri novas coisas com relação a essa prática marcial!

Eu sugiro que baixe, leia e pratique os ensinamentos do livro e ficarás preparado para defenderes a tua vida com facas e de ataques envolvendo facas!



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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Análise do Livro: Filosofia do Combate




Olá! Como está no título eu estarei analisando em primeira mão o livro Filosofia do Combate, de autoria de J.R.R Abrahão, um livro que considero importante para quem deseja se tornar um guerreiro não apenas no corpo, mas também na alma!


Capa do livro Filosofia do Combate.





Um Pouco Sobre o Livro

O livro Filosofia do Combate foi escrito entre os anos de 2003 e 2004 sendo publicado pela Editora Supervirtual, que já havia publicado outros títulos do autor (“Tonfá” e “Defesa Com Facas” que em breve serão analisados por aqui no Blog, aguarde!). O livro é gratuito e encontra-se disponível para download sendo ele em formato *.pdf.





O Livro Em Si

O livro visa formar um cidadão comum (independente de religião e gradiente político) em uma pessoa com a mentalidade correta de um guerreiro (atenção: guerreiro, não um briguento ou encrenqueiro!) que sempre está pronto para as adversidades do dia-a-dia que a criminalidade nos impõe!

Por toda parte encontram-se vastas citações que personagens ilustres e não-ilustres fizeram ao longo da História. É exibido a princípio, como o desarmamento sempre ocorre antes de um genocídio: essas informações são colocadas em gráficos com citação de fontes!

O autor alerta (isso entre 2003 e 2004) como a política de desarmamento da população civil é fraudulenta e que apenas pioraria a situação da segurança pública/individual, o que se provou correto mais de quinze anos depois.



O autor também expõe o Semáforo de Cores, uma ferramenta extremamente útil para quem deseja ser prevenido, além de comentar sobre a personalidade dos criminosos e como eles são maléficos para a Sociedade de bem.

Alguns capítulos são inspirados nas características desejadas á um bom combatente: Vigilância, Decisão, Agressividade, Velocidade, Frieza, Crueldade e Surpresa. Ao todo são treze capítulos onde além das características citadinas, também são abordados outros aspectos intelectuais e sociais que permeiam a segurança pública e a segurança individual.





Contras

Eu tenho dois contras: o primeiro é o fato de que algumas informações estão desatualizadas, o que é normal vindo de um e-book escrito entre 2003 e 2004, porém a segunda coisa que eu tenho contra este livro é a citação reproduzida de autoria de Carlos Marighela, um conhecido terrorista de Esquerda que ceifou vidas e que visava impor uma Ditadura Marxista aos moldes de Cuba aqui no Brasil! Marighela é o autor do polêmico tratado “O Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano” onde ensina sequestros, como fazer bombas, como e porque torturar dissidentes...





Conclusão

Apesar dos contras é um livro indispensável para brasileiros e falantes de língua portuguesa por causa do bom embasamento e da proposta de criar em nós, pessoas comuns, a cultura do guerreiro! Muito do que o autor escreveu no livro, este que vos escreve já praticou e pratica no seu dia-a-dia: se eu tivesse lido esse livro, Filosofia do Combate, há uns dez ou quinze anos atrás, a minha vida teria tomado outro rumo...



Por isso eu o recomendo: leitura gostosa, texto objetivo, linguagem clara e direta além de dados com citações de fontes, além de um compêndio de artigos estimulando o cidadão comum e de bem, a estudar assuntos correlatos á segurança individual.

Eu o li em quatro dias, respeitando o tempo necessário para análise de dados e fatos, além de meditação em cima do que era lido.


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