Blog da plataforma de mídias Casa dos Cavaleiros, que trata de HEMA (Historical European Martial Arts - Artes Marciais Históricas Européias) e assuntos correlatos.
Olá! Hoje conheceremos a biografia do mestre da esgrima
Andre Liegniczer que apresenta em seus manuais, ensinos simples e diretos de
como se deve lutar com a espada, espada e broquel, além de adaga, lança e luta agarrada
(grappling).
Um
Pouco Sobre Ele
Andre Liegniczer (Andres Lignitzer) foi um mestre de
esgrima alemão do final do século XIV ou início do século XV. Seu nome pode
significar que ele veio de Legnica, na Polônia. Ele tinha um irmão chamado
Jacob Liegniczer, que também era mestre em esgrima, mas não há registro de
nenhum tratado de luta que Jacob possa ter sido o autor.
Localização de Legnica na Polônia
O único outro fato que pode ser determinado sobre a vida
de Liegniczer é que sua fama como mestre foi suficiente para Paulus Kal incluí-lo,
junto com seu irmão, em sua lista de membros da Irmandade de Liechtenauer em
1470. Um Andres Juden (Andres, o judeu) é mencionado como um mestre associado a
Liechtenauer no tratado Pol Hausbuch, e o Codex Speyer contém um guia para a
conversão entre técnicas de espada longa e Messer escritas por um "Magister Andreas" (“Mestre Andre”).
Atualmente, não se sabe se um desses mestres é Liegniczer.
A
Obra de Andre Liegniczer
Andre Liegniczer é mais conhecido por seus ensinamentos
sobre espada e broquel, e algumas variações deste breve tratado estão incluídas
em muitos textos de compilação da Tradição Liechtenauer. Ele também escreveu
tratados sobre esgrima com espada curta, adaga e luta agarrada, embora estes
apareçam com menos frequência. Os ensinamentos da espada e da lança de
Liegniczer às vezes são atribuídos a Sigmund ain Ringeck devido à sua inclusão
não atribuída no manual de sigla MS Dresden C.487, mas isso é claramente
incorreto.
Enquanto a vida precisa de Liegniczer é incerta, ele parece
ter morrido algum tempo antes da criação do Codex Danzig em 1452.
Seja como for, hoje
em dia é possível obter os seus ensinamentos facilmente na internet e
praticá-los: os seus textos são objetivos e direto ao ponto, sendo facilmente aprendidos e ainda mais facilmente aplicados! LEIA TAMBÉM Biografia&Manuais: Fiore dei Liberi
Neste texto estarei falando sobre o Bartitsu, uma arte
marcial criada no final do século XIX na Inglaterra.
O
Que É?
O Bartitsu tem o seu nascimento em Londres, na Inglaterra
de 1899, quando o engenheiro Edward William
Barton-Wright fundou a Bartitsu
Society, unindo o Ju-jutsu, o Savate (Boxe Francês), o Wrestling, o Judô, a Luta de Cajado e
a Esgrima em uma única arte marcial!
A Londres de 1899 era uma cidade suja e cheia de pobres e indigentes que
contrastavam com uma classe riquíssima e poderosa. Em um ambiente assim, a
criminalidade era alta: a classe média e os mais abastados sofriam com as
gangues (como a dos holligans e os garroters). Assim, E.W Barton-Wright
ofereceu a sua arte marcial para ajudar na defesa pessoal das pessoas!
A
Origem desse “MMA Cavalheiresco”
Em 1885, E.W Barton-Wright viajou à serviço para o Japão
onde trabalhou como engenheiro na construção de uma ferrovia. Lá ele aprendeu
Judô (com o dr.Jigoro Kano em pessoa!) e Ju-jutsu (estilo Shinden-Fudo Ryu)
tendo retornado para a Inglaterra em 1898, quando decidiu mesclar essas duas
artes marciais com outras e fundar o sistema que ele próprio chamaria de “Bartitsu”.
A escola chamada “Bartisu School of Arms and Physical Culture” foi estabelecida
em 1901, no distrito de Soho em Londres (apelidada informalmente de “Bartitsu
Club”).
Do Japão, ele trouxe dois jovens ju-juteiros, Yukio Tani
e Sadakazu Uyenishi para lecionarem Ju-jutsu. Da Suíça ele trouxe o wrestler
Armand Cherpillod e o mestre-de-armas Pierre Vigny para ensinarem
respectivamente, Wrestling e Luta com Cajados. Além disso, Vigny era mestre em
Savate e o boxe francês também era assim ensinado no Bartitsu Club.
Banner com as modalidades integradas do Bartitsu.
Uma curiosidade: entre os membros do Club havia
entusiastas de esgrima histórica, ou seja: o Bartitsu Club ajudou a contribuir
para o renascimento do HEMA (Historical European Martial Arts)!
O
Fim
O Bartitsu Club entrou em decadência por não conseguir concorrer com outras escolas de artes marciais, que ensinavam Ju-jutsu (Jiu-jitsu japonês) e acabou falindo.
E.W Barton-Wright viria a falecer apenas em 1951, com noventa
anos. Ele morreu pobre e o seu sistema defensivo teria caído no esquecimento,
se o escritor sir Arthur Conan Doyle não o tivesse mencionado nas suas obras de
Sherlock Holmes.
Retomada
No final dos anos 90 do século XX, estudantes de artes
marciais começaram a desenterrar a história e as técnicas do Bartitsu. Em 2002
a primeira sociedade de Bartitsu foi fundada para pesquisar, reviver e divulgar
o sistema de defesa, que foi o primeiro em todo o Ocidente a mesclar artes marciais
visando a defesa pessoal do praticante, tanto de pé, quanto no chão.
Eu fiz um vídeo que está em áudio (língua portuguesa) falando sobre o Bartitsu:
Recentemente eu escrevi um artigo falando sobre um livro que fala sobre o Bartitsu, caso deseje, o link encontra-se aqui.
Gládio é um termo aportuguesado do latim “gladius”,
palavra esta que basicamente significa: “espada”. Apesar do nome desta espada
ser latino, a origem da arma é na Península Ibérica: durante a Segunda Guerra
Púnica (218 a.C – 201 a.C), os romanos tiveram que invadir as colônias que
pertenciam á Cartago e que estavam localizadas na já referida península.
Durante a invasão, os romanos tiveram que se defrontar com tribos de celtas que
eram aliados dos púnicos (ou cartagineses, se você preferir) e algumas delas
utilizavam uma espada curta contra os romanos (que na época empunhavam a kopis,
afinal as legiões romanas eram herdeiras dos hoplitas helênicos) que viram na
arma um grande potencial bélico e a adotaram para si. Essa espada curta emprestada
dos celtas ibéricos foi chamada pelos romanos de “gladius hispaniensis”, ou
“espada espanhola” em uma tradução literal.
Tipos
e Modelos
Historicamente falando só houve um gládio, que é o tipo
“hispaniensis”, porém arqueólogos encontraram em sítios arqueológicos, gládios
cujo desenho diferiam ligeiramente da forma do gladius hispaniensis e assim
eles definiram que o gládio possuía quatro “versões”.
As quatro definições artificiais que arqueólogos e historiadores usam para o gládio.
É importante ressaltar que para os romanos de outrora, só
havia UM TIPO de gládio! Essas nomenclaturas são utilizadas apenas por
historiadores e arqueólogos contemporâneos! As diferenças nos desenhos das
gladius se dava pelo fato de que a espada era feita de maneira artesanal, por ferreiros
em diversas partes do Mediterrâneo, assim era impossível obter uma padronização
na fabricação do mesmo!
Maneira
de Se Utilizar
Um gládio era utilizado em golpes de estocadas pelos seus
usuários. Em testes que eu fiz, a arma se comportou extremamente boa em
estocadas e menos satisfatoriamente em golpes que envolviam o corte,
confirmando aquilo que eu já havia estudado em documentários, livros, revistas
e séries: o gládio foi feito para se perfurar e não cortar, embora o faça muito
bem! Quem sabe lutar com facas facilmente se adapta ao gládio, pois ele
funciona como uma “faca grande”, grosseiramente falando. Se você tiver um
gládio, treine sequências de estocada que visem o abdômen e a garganta do
adversário, sendo que o golpe favorito dos legionários romanos era estocar o
abdômen de seus inimigos!
Utilizar um gládio é simples, porém exige treinamento no
uso da arma, além de resistência física, mas ambos podem ser adquiridos com
treino. E lembre-se de que o gládio é uma espada feita para se utilizar com um
escudo, sendo que pode-se facilmente adaptar o uso dele com um broquel!
Ao utilizar o gládio da maneira correta (com ataques de
estocada e diretos no alvo, sem firulas) facilmente se observa que a arma foi
adotada pelos romanos por algumas razões:
·Simplicidade
no desenho, em contraste com a kopis, que é curva. A simplicidade
fazia os custos de produção cair.
·Simplicidade
em se utilizar a arma, que basicamente se resume em estocar os
adversários com ataques diretos.
·É
uma arma curta, o que facilitava a coesão dos legionários
romanos no campo de batalha, que em formação de falange (chamadas de “manipulus” em latim) avançavam
ordenadamente como uma massa de pessoas, contra os inimigos.
O
Gládio Perante Outras Espadas
Comparar o gládio com outras espadas é covardia, pois é
uma arma condicionada a ser utilizada em certas situações no campo de batalha.
Para ser 100% eficaz, o gládio precisa:
·Ser utilizado em conjunto com um escudo (ou
broquel).
·Ser utilizado por soldados que se movam em
equipe.
·Ser utilizado por uma pessoa de baixa
estatura.
Quaisquer comparações que se faça com o gládio deverá ser
feita sob essa ótica exposta nos tópicos anteriores, caso contrário é pura falácia!
Por
Que o Gládio Deixou de Ser Utilizado?
O gládio como dito anteriormente era utilizado pelos
legionários romanos em campo de batalha e os mesmos se moviam em equipe. A
partir da segunda metade do século II d.C, os inimigos de Roma (mais
precisamente os bárbaros germânicos e celtas) passaram a evitar grandes
confrontos com os romanos, além de passarem a utilizarem mais cavalaria do que
infantaria nas táticas contra os legionários, o que obrigou os imperadores a
refazerem taticamente a Legião (Marco Aurélio ordenou que os grandes manipulus fossem desfeitos para que os
legionários fossem para a batalha em equipes de até cinco pessoas e que podiam
se dispersar caso a necessidade pedisse – Sétimo Severo durante as suas
campanhas contra os celtas que viviam no que hoje é a Escócia, viu que a
cavalaria inimiga usava uma espada longa durante os seus ataques eficazes
contra Roma, então substituiu o gládio pela spatha, sendo o gládio delegado
apenas para as tropas de infantaria ligeira).
A arma foi deixada de lado não por falta de capacidade da
mesma, mas sim porque a nova realidade tática nas batalhas exigia isso: a arma
era curta demais para ser utilizada por tropas de cavalaria, pois Sétimo Severo
(reinou de 193 d.C á 211 d.C) teve que enfrentar cavaleiros partos
(especialmente os cefratários – ou cataphract) e cavaleiros celtas (ou pictos,
se preferir) em longas e sangrentas campanhas militares. A partir dele a
importância do legionarii (um infante que combatia a pé) começou a decair em
favor do equestrii (ou cavaleiro), mas isso é outra história para outro
artigo... Eu publiquei um vídeo no YouTube falando sobre o Gládio, está em língua portuguesa:
Basicamente desconhecido do público, este manuscrito, o Walpurgis
Fechtbuch (sigla bibliotecária MS I.33)
é o mais antigo manuscrito de esgrima histórica europeia do qual se tem notícia
atualmente: de autoria um tanto quanto desconhecida (acredita-se que tenha sido
um padre de nome Liutger – ou Lutegerus), sendo identificada três grafias
diferentes nos textos e ao menos uns dezessete traços distintos nas ilustrações.
Por falar em grafia, o texto do Walpurgis Fechtbuch é em Latim Medieval.
Origens
O manuscrito teria sido feito por volta de 1320 na região
da Francônia, oeste do então Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha.
Ele é bem ilustrado e em suas muitas cenas demonstra lutas de espada e broquel.
O manuscrito pode ser atendido também com os nomes de “Liber de Arte Dimicatoria”
ou ainda “Torre de Fechtbuch”.
Há quem diga que os criadores estavam tentando preservar
a velha tradição marcial que havia na localidade da Francônia.
O
Conteúdo
Como anteriormente mencionado, o manuscrito possui lições
de espada e broquel, possuindo quatro personagens ilustrados: um Sacerdote, uma Mulher (identificada como Santa
Walpurga), um Estudante e um Outro Sacerdote. Os textos
repetidamente fazem menção aos pupilos (estudantes ou discípulos) dos
sacerdotes, bem como aos jovens (“iuvenis”
em latim) e aos clientes (“clientulum”
em latim).
Por ter bastante ilustrações, o Walpurgis Fechtbuch
possui lições que são facilmente aprendidas, embora as notas que são vistas nas
páginas ajudam e muito no refino da execução das técnicas.
Folha 8r do manuscrito com os quatro personagens ilustrados.
História
e Atualidades
Criado em 1320, por volta de 1552-53 foi espoliado do
mosteiro onde repousava na Francônia, por Johannes Herbart von Wurzburg, que
estava á serviço do duque Alberto Arquebaldo (duque de Brandemburgo-Kulmbach)
durante as chamadas Campanhas Francônidas
que este empreendeu.
Johannes Herbart von Wurzburg posteriormente se tornou
mestre de esgrima dos duques de Saxe-Gota e o Walpurgis Fechtbuch ficou em
possessão desta família até 1945 (era registrado como Cod.Membr.I.no.115),
quando nas últimas semanas da Segunda Guerra Mundial, o manuscrito desapareceu
da biblioteca (provavelmente espoliado por algum soldado britânico) onde se encontrava
e por cinco anos (1945-1950) o seu paradeiro ficou desconhecido, quando
reapareceu na localidade de Sotheby’s (Londres), no dia 27 de Março de 1950 (porém
a sua identificação como o desaparecido manuscrito Cod.Membr.I.no.115 só foi efetuado em 1975).
O manuscrito ao ser adquirido em Sotheby’s ficou
armazenado na Torre de Londres de 1950 á 1996, quando foi transferido para o
então recém-inaugurado Royal Armouries
Museum na cidade de Leeds, em West York, Inglaterra, onde permanece até aos
dias atuais sob a denominação: MS I.33.
Localização de Leeds, no Reino Unido, onde se encontra a Royal Armouries Museum.
Eu espero que tenham aprendido sobre este manuscrito! O
link para uma cópia com o texto em inglês encontra-se aqui embaixo! Fiquem com
Deus!
Olá! Nesta postagem falaremos sobre: Escudo, Broquel e Pavês! Vamos lá?
Introdução
Se tratando de Esgrima Histórica ao longo dos milênios
tivemos três tipos de armas defensivas. Os seus nomes estão em português com o
seu equivalente em línguas relevantes:
·Escudo
·Broquel(Caetra ou Buckler)
·Pavês
Mas quem são e quais as diferenças entre elas?
1: Escudo; 2: Broquel; 3: Pavês.
As
Diferenças
Escudo
O escudo é a arma defensiva mas conhecida de todas, porém
é a menos conhecida em seu uso, pois muitos acreditam que serve para qualquer tipo
de defesa, o que não é uma verdade absoluta.
Esta arma defensiva de fato é um meio-termo entre o
broquel e o pavês, porém não é tão boa defensivamente falando nas áreas as
quais os outros dois citados o são. O que eu quero dizer é o seguinte: o escudo
defende o seu usuário de ataques de flechas, pedras, golpes de lança e de espadadas,
porém as outras duas armas defensivas são mais especializadas em certas defesas
do que o escudo.
Broquel
O broquel (também conhecido em latim como “Caetra” e em inglês como “Buckler”) é a arma defensiva por
excelência no combate á curta distância. Ataques de facas, espadas, punhais,
adagas e similares, o broquel defende sem problemas dependendo unicamente da
habilidade do usuário em usá-lo! O broquel era uma arma muito utilizada por
tribos germânicas a partir do século III d.C, principalmente pelos alanos que
em 268 d.C invadiram a Itália, obrigando o imperador Aureliano, á combate-los e
expulsá-los dali.
Na Idade Média Européia (476-1453) o broquel tornou-se
muito popular, pois era feito essencialmente de madeira tendo a boça (o meio do
escudo, a “bolinha” metálica) em aço. Por ser leve, compacto, barato e fácil de se construir (além de ótimo na defesa corpo-a-corpo) fazia com que normalmente quem viajava
na Europa da Idade Média, preferisse o broquel ao escudo.
Em fins da Idade Média (a partir de 1400 aproximadamente)
os broquéis passaram a serem confeccionados inteiramente em aço, sendo estes
reservados á quem podia pagar por eles. No entanto estes broquéis feitos inteiramente
em aço ainda seriam utilizados por espadachins pelos séculos seguintes sendo os
espanhóis os primeiros á organizarem um esquadrão de espadachins de elite
armados com broquéis como arma defensiva.
Pavês
O pavês tem o seu nome derivado da cidade de Pávia,
famosa na Idade Média por confeccionar as melhores armas defensivas desse tipo.
Se o broquel defende bem contra ataques de curta distância e o escudo é um
meio-termo, podemos dizer sem exagero que o pavês é excelente na defesa contra
flechas, virotes e pedras, sendo muito utilizado por soldados assírios (séculos
X a.C ao VII a.C) e por mercenários italianos (besteiros, especificamente)
durante a Idade Média Européia (476-1453).
Soldados Assírios com Armas Defensivas, sendo o da esquerda o portador de um pavês.
Os paveses são feitos de madeira com couro revestindo o
exterior e possuía o formato ideal para cobrir o corpo de um arqueiro ou
besteiro enquanto ele recarregava a sua arma.
Eu realmente espero que tenhas aprendido com esta
verdadeira aula sobre armas de defesa.
É vital sabermos quais os tipos de espadas existentes,
pois é através disso que o espadachim poderá moldar a sua tática e estratégia
durante o(s) combate(s) que vier a travar!
Os
Tipos
De acordo com Matt Easton, do Schola Gladiatoria, existem
dois grandes tipos de espadas: as espadas que se utilizam com escudo e as espadas que não se utilizam com escudos.
Pode parecer estranho as espadas serem divididas em dois
grandes grupos assim dessa maneira (principalmente para aqueles que conhecem a Classificação de Espadas de Oakshot) mas
é só parar para pensar e observar que taticamente falando, durante uma briga
com espadas e similares (como facões, messers e etc) é possível desenvolver um
estilo de lutar baseado exatamente no fato de as espadas poderem ser utilizadas junto com escudos (ou
broquéis). O escudo é uma mão na roda durante um combate com espadas e a
ausência dessa peça muda completamente a tática e a estratégia de um esgrimista
durante uma luta.
Por isso eu concordo com Matt Easton nesta classificação
de espadas!
Os dois tipos de espadas representadas no jogo Zelda 64!
Eu também fiz um vídeo e publiquei no canal do YouTube sobre este assunto (está em língua portuguesa):
Vídeo onde eu falo sobre os tipos de espadas existentes.